Especial

Em dias frios como esse, gosto de parar pra pensar na vida. E hoje eu fiquei pensando em pessoas que sempre chamei de amigas e hoje me dão nojo. Sempre sofri muito por dar valor a pessoas que te “amam” e fazem questão de publicar isso nas redes sociais da maneira mais dramática possível e sumir depois, SUMIR. Como fosse muito normal esse ato contraditório em que você considera a pessoa, mas não tá nem aí se ela tá bem ou não.
Conhecer gente nova, fazer “novos amigos”, sempre foi uma das coisas que eu mais gostei de fazer, acontece que sempre acreditei em amizade verdadeira, enquanto a maioria das pessoas que conheci tenham se resumido a amizade passageira e graças a elas, hoje sou muito seletiva a quem eu quero ter por perto.
Tão seletiva, que conheci uma pessoa fantástica: Eu! Enquanto eu fiquei em momentos down devido a minha decepção com “amigos”, eu comecei a descobrir comigo mesmo que se eu não ter amor próprio e começar a fazer as coisas sozinhas, ser mais reservada, a minha vida social será sempre um fracasso. Esse sentimento de bem estar, amor próprio ou qualquer outra coisa que possam denominar é fundamental.
Antes se eu me pegasse como estou hoje, em um dia de feriado, de uma terça-feira fria e chuvosa, sem nenhuma amiga pra assistir um filmezinho, eu estaria em depressão mode ON. Confesso que não sou uma pessoa bem resolvida comigo mesma, mas aos poucos estou me entendendo, conhecendo, ajudando a segurar a barra, a ser forte, me AMAR cada vez mais. Sempre quis mostrar pra todo mundo o quanto sou especial (ou pelo menos parecia/achava ser), e fui pega de surpresa quando eu descobri que sim sou especial e a única pessoa que precisava saber disso era ninguém mais que eu.
O texto pode parecer meio confuso, mas é que ainda estou tentando voltar a escrever e me expressar, mas estou com dificuldade. Se alguém tiver algum comentário construtivo, fique a vontade.